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Interação / Iniciação científica
PIC 2011

A iniciação científica é uma atividade focada no aluno com o propósito de despertar a vocação científica. Sob a supervisão de um professor orientador, o aluno é conduzido a analisar e resolver um problema da sua área de conhecimento. A iniciação científica deve ensinar ao acadêmico como resolver um problema com técnica e metodologia, em amplitude mais profunda e além dos limites usuais do ensino de graduação.

 

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e exigente. A busca é por profissionais que saibam ultrapassar as barreiras do convencional para encarar e resolver problemas não previstos. Para isto, é necessário conhecimento e metodologia. A finalidade do PIC é transmitir este espírito aos acadêmicos.

 

Juntamente com o professor orientador, o acadêmico aprende a identificar um problema e descrevê-lo de modo claro e preciso. Em seguida, analisa o problema, define uma metodologia para sua solução e estabelece um cronograma para atingir o objetivo. Durante aproximadamente um ano trabalha neste seu projeto sob a supervisão direta do professor orientador.

 

O foco principal é o acadêmico em sua individualidade, com o objetivo de incentivar novos talentos potenciais entre os estudantes de graduação. Por este motivo, a iniciação científica é fortemente personalizada do ponto de vista dos alunos, com a participação em cada projeto de um máximo de dois alunos. O aspecto de interação em equipe é explorado no sentido vertical: professor orientador – acadêmico participante. Para permitir o acesso ao sistema de um número representativo de acadêmicos, cada curso oferece diversos projetos.

 

A participação de professores, orientadores e acadêmicos é voluntária. Neste aspecto o objetivo é selecionar participantes realmente interessados. O que se espera dos professores é que dediquem parte de seu tempo para interagir diretamente com os acadêmicos, na relação 1:1. A iniciação científica é realizada pelas maiores e mais importantes instituições de ensino e pesquisa do país. Ela é vista como um ônus voluntário dos professores e uma dedicação dos acadêmicos que ultrapassa as obrigações convencionais.

 

Durante a execução dos trabalhos, os acadêmicos são incentivados a participar de congressos estaduais e nacionais com acadêmicos de outras instituições que estejam participando de programas congêneres. Ao final dos trabalhos de um ano, realiza-se um mini-congresso interno com a apresentação de todos os trabalhos e escolha, por uma comissão externa à Fateb, dos mais bem sucedidos. A avaliação é feita apreciando aspectos como assiduidade, dedicação, comprometimento, empenho, participação em congressos com resultados do projeto, publicação de artigos com resultados do projeto, atendimento do cronograma, cumprimento das recomendações de acompanhamento, valor intrínseco, resultados, entre outros.

 

Do ponto de vista formal, os programas de iniciação científica, nas suas diferentes modalidades, são supervisionados pelo Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), que estabelece padrões e recomendações gerais. Na Fateb o PIC é gerido pelo Comitê Gestor Interno, presidido pelo professor Ivo Neitzel.

 

Os acadêmicos interessados em participar do Programa de Iniciação Científica da Fateb devem discutir as propostas com os professores orientadores proponentes para identificar afinidades e sinergias. Em seguida, deve ser preenchida uma ficha manifestando o interesse em um ou, no máximo, dois projetos. Havendo mais de um acadêmico interessado em um projeto, caberá ao professor orientador efetuar a livre escolha dos alunos (no máximo dois) que participarão de sua execução.

 
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